Voices Green and Purple | The Bees (1966)

Lançamento: 1966, Liverpool
País: EUA
Álbum: –

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Weezer – Weezer (Teal Album) (2019)

O Weezer é uma banda meio difícil de ser rotulada, mas uma coisa é certa… Sabem fazer música sem precisar serem levados a sério.

The Teal Album (que assim foi apelidado) foi lançado no final do mês de Janeiro. Com o sucesso de “Africa” do Toto, a banda decidiu de forma surpresa lançar um disco de covers antes mesmo do já mencionado disco de inéditas chamado The Black Album com data programada para 1° de março.

Além de “Africa”, no qual alavancou o Weezer novamente ao topo das paradas, clássicos pop como “Everybody Wants To Rule The World” dos Tears for Fears, “Sweet Dreams (Are Made Of This)” dos Eurythmics e “Take On Me” do a-ha, fecham uma trinca de grandes hinos dos anos de 1980.

“Happy Together” é uma belíssima canção dos anos 60 do grupo The Turtles, “Paranoid” do Black Sabbath também entra no disco cantada pelo guitarrista Brian Bell. No final, destaques para “Billie Jean” do Michael Jackson e a grande canção, já regravadas por vários artistas, “Stand By Me” do Ben E. King.

As músicas estão praticamente sem nenhuma mudança nos arranjos mas quem se importa? É o Weezer usando mais uma vez o seu divertido e conhecido sarcasmo.

TRACKLIST:

1. Africa (cover de Toto)
2. Everybody Wants To Rule The World (cover de Tears For Fears)
3. Sweet Dreams (Are Made Of This) (cover de Eurythmics)
4. Take On Me (cover de A-Ha)
5. Happy Together (cover de The Turtles)
6. Paranoid (cover de Black Sabbath)
7. Mr. Blue Sky (cover de Electric Light Orchestra)
8. No Scrubs (cover de TLC)
9. Billie Jean (cover de Michael Jackson)
10. Stand By Me (cover de Ben E. King)

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Bob Mould – Sunshine Rock (2019)

Digamos que este seja meu primeiro contato de fato ouvindo de cabo a rabo uma obra de Bob Mould, eterno vocalista do Hüsker Dü e Sugar. Sim, sei que é um erro inadmissível, já que se trata de um dos pilares do rock alternativo.

O que se vê nesse disco é um forte candidato a um dos melhores do ano, e porque não… A um clássico! O disco transita entre guitarras diretas, mas com sua dosagem certeira de melodias e grandes momentos com violinos e violoncelos. Banda afiadíssima com Jason Narducy no baixo e Jon Wurster na bateria, que tiveram passagens em outras bandas do gênero.

A música de abertura “Sunshine Rock” já chega com um grande chute na porta, a próxima é “What Do You Want Me To Do” (as duas disponíveis até o momento no Spotify), mais a frente “Thirty Dozen Roses” e “The Final Years” não deixam a vibe morgar.

‘No outro lado do disco’, gostaria de destacar as faixas “Sin King” e “Lost Faith” que dão uma maneirada no quase encerramento do álbum, mas sem perder a qualidade. A sensação que tenho é de que Bob Mould prova que o tempo só fez bem para ele, já que seu último trabalho foi há 3 anos com Patch the Sky (2016).

Sunshine Rock teve o anúncio de lançamento no dia 24 de outubro de 2018 e a data prevista para ser lançado no dia 8 de fevereiro, mas aqui a gente sempre dá um jeito de conseguir antes e fazer aquele breve parecer. ;).

TRACKLIST:

1. Sunshine Rock
2. What Do You Want Me To Do
3. Sunny Love Song
4. Thirty Dozen Roses
5. The Final Years
6. Irrational Poison
7. I Fought
8. Sin King
9. Lost Faith
10. Camp Sunshine
11. Send Me A Postcard
12. Western Sunset

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Capital Inicial – Acústico MTV (2000)

Ano 2000, a década e o século estavam indo para o saco e eu, com 11 para 12 anos, estava na 6ª série do ensino fundamental e descobrindo muitas coisas naquele momento da vida. Legião Urbana, Engenheiros, Raul Seixas, Titãs, Paralamas e artistas dos anos 90, já faziam parte do meu gosto musical, mas mal sabia que ainda viria outra banda para ser adicionada nesse leque de opções…

Conheci o Capital Inicial no programa do Raul Gil (!!!). Sim, mas não lembro exatamente como foi (E já fui atrás de vídeos no YouTube, sem sucesso). Creio, eu, que foram para apresentar o novo trabalho, depois da volta da banda com o disco Atrás dos Olhos (1998).

Na escola, minha turma de amigos já tinha um conhecimento mais vasto de bandas do que eu, e lembro bem de alguns que gravaram muitas coisas pra mim. Outros tempos, o CD ainda era uma mídia para poucos e o que se via nessa época eram fitinhas K7. A febre do “CD Pirata” estava começando… Se via poucas pessoas com cópias.

Tive o acústico, numa fita de 46 minutos, que eram uma frustração por não vir completo e as fitas de 60 e 90 minutos eram mais caras. Pouco tempo depois, um desses amigos, conseguiu sua cópia pirata do disco e foi só alegria. Tardes de audição e violão.

O início com “O Passageiro” (Que é uma versão de uma música do Iggy Pop), “O Mundo” e “Todas as Noites” com sua estrofe “Os meninos satisfeitos / E as meninas querem mais” parecia adulto demais para uma criança ainda entrando na pré-adolescência hahaha.

Segue a sequência com a inédita “Tudo Que Vai”, música de Dinho com Dado Villa-Lobos da Legião, já que eles são “meio irmãos” (Fica a história para outro dia…), “Independência”, “Leve Desespero”, clássicos da fase dos anos 1980 e a lindíssima “Eu Vou Estar” com participação da cantora Zélia Duncan.

A próxima é “Primeiros Erros (Chove)”, que virou hit e emplacou o disco, mas o que pouca gente sabe é que esta música não é do Capital Inicial, mas de Kiko Zambianchi, que foi convidado para o especial e tocou durante a turnê do acústico com a banda.

Em seguida, “Cai a Noite”, outra inédita que marcou muito foi “Natasha” e a mega balada “Fogo”, mantém o grande nível das músicas escolhidas para o repertório. Algumas músicas ficaram de fora do CD, VHS (!) e DVD que foram “1999”, “Belos e Malditos” e “Kamikaze”, mas foram incluídas na coletânea Uma Nova História (2002).

Fechando com uma trinca de ferro, três músicas da antiga banda dos irmãos Flávio e Fê Lemos com Renato Russo, chamada Aborto Elétrico. A sempre emocionante “Fátima”, a pesada “Veraneio Vascaína” e “Música Urbana”.

Vendeu muito! Três vezes disco de platina, turnê que passou pelo Rock in Rio de 2001, músicas nas rádios, e tudo mais… Marcou minha minha vida, então, memorável.

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Os Melhores do Ano de 2018

Voltando as atividades no apagar das luzes de 2018 para listar os melhores deste ano. Uma lista pessoal do que (ao meu ver e pelo que ouvi) mereceu entrar na lista dos melhores.

Temos aqui um “top” de discos, de singles, músicas que surpreenderam, melhor show do ano em que assisti, melhor capa e para dar uma quebrada, um álbum que decepcionou. Agora, sem mais delongas, vamos as listas:

Os Melhores Álbuns do Ano de 2018:

12- Albert Hammond Jr – Francis Trouble

O quarto disco do guitarrista dos Strokes, foi um dos grandes lançamentos do ano. O disco em si, parece mais o Strokes do início de carreira do que a banda que o apresentou ao mundo vem lançando nos últimos anos.

11- Twenty One Pilots – Trench

Mais um quarto disco na lista. Nunca tinha escutado essa banda, até me criar uma curiosidade por esse duo neste disco. Ouvi muitas críticas negativas, e que o antecessor Blurryface é melhor do que ele. Confesso que me agradou.

10- Judas Priest – FIREPOWER

Esse está praticamente em quase todas as listas de melhores deste ano. O Judas Priest vem com todo vigor e em um fácil álbum para estar entre os grandes de sua carreira desde Painkiller.

9- Steve Perry – Traces

Um volta digna! Steve Perry, eterno vocalista do Journey, lançou seu disco solo chamado Traces. Para quem acompanha o seu trabalho solo, e fãs do Journey, é um baita disco com suas melodias características e arranjos impecáveis.

8- Mudhoney – Digital Garbage

Um dos pilares do grunge, o Mudhoney é das melhores coisas que surgiram dentre as várias bandas de Seattle na virada dos anos 80 para os 90. Aqui temos um disco que define bem a banda: Sujo e direto. Se você é da escola de um som alternativo.. Não deixe de ouvir!

7- Titãs – Doze Flores Amarelas – A Ópera Rock

A ópera rock dos Titãs, depois de tantos anos de carreira da banda. Maria A, Maria B e Maria C são apenas umas das personagens do álbum. “Me estuprem” é um grande e polêmico tema. Ouça!

6- MGMT – Little Dark Age

MGMT é um outro duo da lista. Ouvi este disco algumas vezes no início do ano e é prato cheio para quem gosta de viagens psicodélicas e sons de synth.

5- Boston Manor – Welcome to the Neighbourhood

Com toda a certeza essa foi uma das melhores coisas que descobri em 2018. Boston Manor é uma banda inglesa de Blackpool formada em 2013. Com uma sonoridade punk, mas, puxada para o pop, a banda vem com seu segundo disco de estúdio. Uma bela surpresa para quem acha que não tem nada de novo que seja bom. “Halo” foi minha porta de entrada para a audição.

4- The Interrupters – Fight the Good Fight

Se você gosta de Rancid ou de ska ou é da praia do punk californiano que foi febre nos anos 90, este disco é para você. The Interrupters é uma banda formada em Los Angeles na Califórnia, e Fight the Good Fight vem conquistando público por onde passa. Aimee Allen ou Aimee Interruptor, nos vocais e na linha de frente. Bandaça!

3- No Fun at All – GRIT

Chegamos ao pódio, e mais precisamente com quem ficou com a medalha de bronze e um puta disco que não vi em nenhuma lista de melhores do ano! Dispensa apresentações a banda sueca de punk/hardcore No Fun at All. Com seu sétimo disco chamado GRIT, a banda vem com a mesma pegada energética sem deixar a peteca cair. Impossível ouvir e não querer entrar numa roda punk.

2- Voodoo Circle – Raised on Rock

Chegamos na medalha de prata e grata e maravilhosa surpresa! Outra descoberta neste ano. Voodoo Circle é uma banda de hard rock/heavy metal da Alemanha que tive o prazer de conhecer através do grande amigo Lokixo Panama e que vem com seu quinto álbum na mão certa, com momentos de hard setentista e outros com melodias oitentistas. Rs. Como vi um crítico musical dizer: “A banda entrega mais uma vez um rock pesado e influenciado por grandes nomes do estilo durante os anos 1980, como Whitesnake, Rainbow e Scorpions.” Dito e feito. Puta discaço!

1- Dizzy Reed – Rock ‘N Roll Ain’t Easy

A pergunta é bem simples: O que esperar de um cara que era tecladista do Guns N’ Roses em seu primeiro disco solo? Ficar de queixo caído!

Rock ‘N Roll Ain’t Easy vem com pegada rock ‘n’ roll contagiante e muita competência de Dizzy. Obviamente, um álbum em que deixa o teclado evidente nas canções, e justamente por isso, me pegar em cheio já que eu sempre adorei seus temas nas músicas do GN’R. Aqui, ele é medalha de ouro!

Os Melhores Singles do Ano de 2018:

1- Morrissey – “Back on the Chain Gang”
2- The Unity – “The Storm”
3- Chris Cornell – “When Bad Does Good”
4- Chris Cornell – “You Never Knew My Mind”
5- IDLES – “Heel / Heal”
6- Weezer – “Africa”
7- Def Leppard – “Personal Jesus” (Gravado no Spotify Studios NYC)
8- Dark Stares – “Pedal Pusher”
9- Vivendo do Ócio – “Il Tempo”
10- Cachorro Grande part. Samuel Rosa – “Sinceramente” (Ao Vivo)
11- Blame – “Alívio”

Uma Música Surpreendente de 2018 – Internacional: Sam Vance-Law – “Prettyboy”

Uma Música Surpreendente de 2018 – Nacional: Miami Tiger – “Chão”

O Melhor Show que Eu Assisti em 2018 – Internacional: –

O Melhor Show que Eu Assisti em 2018 – Nacional: Alceu Valença no Shopping Rio Mar (23/09)

A Melhor Capa de 2018: Chris Cornell – Chris Cornell

Um Álbum que Decepcionou em 2018: Lenny Kravitz – Raise Vibration

***

FELIZ 2019! 😊

 

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Nirvana – Nevermind (1991)

Quase no apagar das luzes do dia em que este disco completa 27 anos do seu lançamento… Mas é isso mesmo, antes tarde do que nunca.

Nevermind, o segundo disco da banda Nirvana de Seattle que revolucionou os anos 90, seja visual ou musical, foi um divisor de águas. Primeiro que a década tinha iniciado, e todo mundo estava de saco cheio de artistas dominando as paradas como Michael Jackson e Madonna (Nossa… Se eles imaginassem como seria nos dias de hoje) ou não se identificava com a filosofia de vida das bandas de hair metal.

Ame ou odeie, é um disco que é considerado por muitos como o melhor álbum da década. Kurt, Krist e Dave, traziam outra vez o frescor da novidade, para uma juventude que se identificava com aqueles três rapazes desajustados.

O disco abre com “Smells Like Teen Spirit”. SOMENTE. Que poderia ter acabado aí que a banda já estava garantida para sempre. Com seu riff que faz até mesmo um adolescente dos dias de hoje pular de euforia, o Nirvana sairia do seu empoeirado underground para os braços da fama… Que viraria um problema para Kurt Cobain.

Logo depois, uma sequência de matar: “In Bloom”, “Come As You Are”, “Breed”, “Lithium”, “Polly”, “Territorial Pissings” (Com a intro feita pelo Dave Ghrol de “Get Together” do The Youngbloods) e “Drain You” que eram músicas carimbadas nas apresentações da banda. Sentiu aí? Um disco que parece uma verdadeira coletânea de hits.

Depois viria o que é considerado por muitos fãs da banda, o melhor disco do Nirvana chamado In Utero, mas cá entre nós… Nevermind é um pé na porta digno de uma verdadeira e sincera banda de rock.

Um disco que soa atemporal, mas que também se pode sentir o cheiro daquela época… Ora, não é pra menos… “Cheira a espirito jovem”.

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Baby, I Love Your Way | Peter Frampton (1975)

Lançamento: 1975, A&M
País: Inglaterra
Álbum: Frampton

Esta canção foi lançada em setembro de 1975 em formato de single e logo depois junta com o maravilhoso ‘álbum-clássico’ Frampton (1975) com a intro chamada “Nassau”. A sua delicadeza e harmonia, não poderia ter dado outro resultado. Um ano depois, Peter gravaria o Frampton Comes Alive! aquele que deve ser um dos discos ao vivo mais populares dos EUA, e a música se torna conhecida no mundo inteiro e podendo-se dizer que em sua versão definitiva.

Aqui no Brasil, entrou para a trilha sonora da novela global O Salvador da Pátria de 1989, mas calma… Foi em uma versão do grupo de dance-pop chamado Will To Power (Em que continha o trecho de “Free Bird” do Lynyrd Skynyrd).

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D.R.I. – Crossover (1987)

Deveria ser por volta de 2003, ensino médio, quando tomei conhecimento do punk rockRamonesPistolsClash, eram os pilares e me mostraram um novo mundo musical no qual não imaginava que existisse. Tendo como base essa “santíssima trindade” fui atrás de conhecer mais e mais bandas, caindo em universo mais radical do formato nos anos de 1980, descobrindo nada mais nada menos que Dead Kennedys e o motivo deste post… D.R.I.

Dirty Rotten Imbeciles (Podres sujos e imbecis, em tradução livre) é uma banda de crossover thrash fomada em 1982 no Texas/EUA e banda seminal para o surgimento do que era inimaginável: Punk e Metal no mesmo caldo sonoro onde era improvável, já que desde sempre existia atritos entre punks e headbangers.

Este clássico abre com “The Five Year Plan” e seu clima de suspense. O disco não alisa e chegamos em “Probation” com sua poderosa introdução de baixo e aliás… Um disco em que este instrumento tem muito destaque com peso e velocidade. “No Religion” foi a minha porta de entrada aqui, desde a hora dos sinos até a ‘correria’ da linha de baixo que te instiga a entrar na primeira roda punk que tiver pela frente. Quase finalizando, “Fun And Games” não deixa a peteca cair e você fica com a sensação de que foi levado por um furacão.

Vocês, adolescentes, ouçam!

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Show: Red Hot Chili Peppers – Live @ Red Square (1999)

Setlist:

1. Around The World
2. Give It Away
3. Scar Tissue
4. Suck My Kiss
5. If You Have To Ask
6. Pea (tease)
7. Californication
8. London Calling (intro) / Right On Time
9. Soul To Squeeze
10. I Like Dirt
11. My Lovely Man
12. Easily
13. Under The Bridge
14. Me & My Friends

Encore Break:

15. The Power Of Equality
16. Fire

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Show: Aerosmith – Live @ Osaka Dome (1999)

Setlist:

1. Intro
2. Eat the Rich
3. Falling in Love (Is Hard on the Knees)
4. Same Old Song and Dance
5. Love in an Elevator
6. Livin’ on the Edge
7. Rag Doll
8. Dream On
9. Janie’s Got a Gun
10. One Way Street
11. Pink
12. Let the Music Do the Talking
13. Stop Messin’ Around (Fleetwood Mac cover) (Joe Perry on vocals)
14. Mother Popcorn (James Brown cover)
15. Walk This Way
16. I Don’t Want to Miss a Thing
17. Cryin’
18. Dude (Looks Like a Lady)
19. Chip Away the Stone
20. Mama Kin
21. Train Kept A-Rollin’ (Tiny Bradshaw cover)

Encore:

22. Full Circle
23. Sweet Emotion

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